terça-feira, 16 de novembro de 2010

Quando A CHUVA bater na janela do seu quarto (...)

Você dorme tranquilamente. Um sono profundo. Um sono com sonhos.

Eis que, no meio do seu sono, a chuva bate na sua janela. Começa fraca, quase como chuviscos, e ganha força gradualmente. Chega a tal ponto que as batidas constantes e incessantes na janela lhe despertam do sono e levam, enchorrada a baixo, aquele sonho.

Você não consegue ficar mais ali, quer voltar ao sono profundo e tranquilo, aos sonhos serenos. Migra, então, para a sala e deita-se naquele sofá que não é melhor que sua cama, mas serve muito bem para lhe fornecer o que precisa.

Assim que se deita, olha para a porta de vidro e vê o que já foi outrora motivo de insônia: raios, relâmpagos, trovões.

Mas está cansada. Tão cansada que decide virar-se contra o sofá, fechar os olhos, ignorar qualquer barulho e, enfim, dormir tranquilamente.

Metáforas da vida. Ou a simples descrição de uma noite de temporal. 





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